Club de
Batatais

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Projeto Consulta Solidária

Rotary Club e MedVison Batatais doam cestas básicas                 Através de iniciativa do Dr. Carlos Leandro Reis Lopes e sua clínica oftalmológica MedVision Batatais, em parceria com o Rotary Club de Batatais, foi realizada uma campanha de apoio às pessoas com vulnerabilidade social, por conta da pandemia que vivemos denominada: Consulta Solidária. A campanha consistiu em realização de consultas oftalmológicas cujo custo foi uma cesta básica, num total de 10.                 A intenção do Dr. Carlos foi de ajudar as famílias que receberão as cestas básicas e ainda as pessoas que puderam usufruir de um custo menor de consulta, ao valor da cesta doada. Assim, o Rotary Club de Batatais, entidade escolhida para a distribuição dos itens, através de seu presidente João Edno Garcia e demais companheiros, estiveram na clínica para receber os itens. E já estão destinando os gêneros de alimentação às famílias com cadastro de situação de vulnerabilidade social e ainda, parte sendo doada para a instituição Prof. Eurípedes Barsanulfo, que também realiza um trabalho social muito importante em nossa cidade.                 Em momentos de dificuldades que passam muitas famílias, esta iniciativa só vem a demonstrar que toda ajuda é bem vinda e pode sim amenizar o problema. Mais ações sociais do Rotary serão encontradas através das redes sociais: @rotarybatatais e para conhecerem um pouco mais da clínica MedVision Batatais: @medvisionbatatais.

Postado em 07 de Outubro de 2020 por Rotary Club de Batatais

Rotary: treinamento apoia trabalho de educadores sociais

Como mudar a vida de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade se não há um relacionamento adequado entre os educadores e as pessoas que eles querem ajudar?  Foi com esse problema em mente que membros do Rotary de São Paulo e da Alemanha se uniram para criar um treinamento de capacitação para educadores sociais na maior cidade do Brasil. O projeto teve início em 2017, em uma parceria entre membros do Rotary Club de São Paulo e do Rotary Club Kempen-Krefeld, da Alemanha. Ao adotar quatro crianças brasileiras, Jünger Schmitz, membro do clube alemão, se deparou com um cenário de pouco preparo emocional dos profissionais que lidavam com crianças e adolescentes vulneráveis na capital paulista. Ele buscou o apoio do Rotary Club de São Paulo e, juntos, os clubes desenvolveram um projeto para realizar um treinamento inovador, focado em melhorar a comunicação e o relacionamento entre educadores e jovens. “Decidimos fazer o treinamento em cinco seminários, com um tópico diferente para cada seminário”, conta Márcio Arroyo, membro do Rotary Club de São Paulo, responsável por liderar o projeto. “O clube definiu as instituições [participantes] e como iríamos fazer o projeto”, explica. Já para montar o programa do que seria ensinado aos educadores, eles buscaram ajuda especializada. O programa do treinamento foi desenvolvido por Ronaldo Campos, diretor da Comunidade Terapêutica Filhos da Luz, especializada no atendimento de dependentes químicos. Trabalhando com educadores sociais, Campos via que, muitas vezes, os profissionais não tinham o equilíbrio emocional necessário para lidar com os jovens em situação de vulnerabilidade, porque estes próprios profissionais enfrentavam problemas emocionais em suas famílias. “A maior parte dos problemas relacionados à violência começa nos padrões de comunicação interna das famílias. O maior potencial de mudança social se dá quando não há culpa ou julgamento. A causa da violência no mundo começa quando emitimos julgamento do comportamento do outro.”, aponta Campos. Desse modo, o treinamento foi montado com base em dois importantes pilares: a comunicação não-violenta (CNV) e o desenvolvimento de propósitos de vida. “O objetivo do treinamento é a expansão da consciência. As pessoas precisam encontrar significado na vida e no trabalho”, explica. Na CNV, não se usa palavras que julguem ou dominem a outra pessoa, como o verbo “mandar”, por exemplo. Fazer com que os educadores encontrassem seu próprio propósito de vida era fundamental para que eles pudessem ajudar os jovens a encontrar novos caminhos fora da dependência química. “A dependência química é a doença do egoísmo. Eles só pensam em si, não pensam na família, na sociedade. A pessoa não tem um propósito a seguir e, aí, qualquer caminho serve”, diz Campos. O primeiro treinamento aconteceu na Comunidade Terapêutica Filhos da Luz no primeiro semestre de 2019. A turma teve a participação de 40 profissionais, alguns da comunidade e outros de instituições que foram convidadas a participar do curso. “A ideia é fazemos em quatro pontos diferentes de São Paulo para atingirmos as entidades locais”, conta Arroyo. A segunda turma aconteceu no segundo semestre do ano passado, no Centro Assistencial Cruz de Malta, com 43 participantes, e a terceira turma teve início em março deste ano na Associação Evangelista Beneficente, com 42 educadores sociais. No total, aponta Arroyo, o projeto inclui a capacitação de 300 profissionais em oito treinamentos em diferentes instituições de São Paulo. O impacto dos treinamentos é algo sentido tanto pelos educadores quanto pelos jovens assistidos. “Durante o curso, eu ia acompanhando a avaliação dos participantes e a satisfação foi muito grande. A ideia também é que eles repassem os ensinamentos do curso a seus colegas”, afirma Arroyo. Sobre os jovens, Campos conta que “eles entendem que só se recuperam quando ajudam os outros”. “Do que os residentes têm mais se beneficiado é de ter encontrado um propósito de vida”, afirma. No total, o Rotary investiu US$ 45.700 neste projeto, incluindo a compra de mais de 900 livros, além de equipamentos e suprimentos para a realização dos cursos.

Postado em 16 de Setembro de 2020

Projeto Apoio a Santa Casa - Doação de Bombas de Infusão para pacientes em UTI

Rotary entrega equipamentos para Santa Casa de Batatais                 O Rotary Club de Batatais, em parceria com o Rotary Club de Batatais – Cana Verde e Unimed Batatais, realizaram um projeto de subsídio global do Rotary International. Assim, a Santa Casa de Batatais, apresentou sua necessidade maior de momento, dentro da estimativa do projeto. Após aprovação e contando com apoio financeiro do Rotary Club of Calgary Olympic (do Canadá), do Distrito 4540 do Rotary e da Fundação Rotária, foi oficializada na última segunda-feira, a entrega de equipamentos para UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da Santa Casa de Misericórdia e Asilo dos Pobres de Batatais: duas bombas de infusão intravenosa, para dosagem específica de medicamentos. Embora este projeto do Rotary, surgiu com a necessidade de amparo às UTIs que tratam da Covid-19, o uso deste equipamento será permanente, após este período. Além das bombas, foram entregues também EPIs (Equipamentos de Proteção Individual): 7100 luvas de látex e 1600 máscaras cirúrgicas.                 Por ocasião da entrega, o presidente 2019-20 da comissão de Fundação Rotária do Rotary Club de Batatais, Gustavo Rafaini Sá Carvalho de Figueiredo, enalteceu o projeto, que vem num momento propício para a Santa Casa local; também estiveram presentes, João Edno Garcia – presidente do Rotary Club de Batatais; Ângelo Biagi, representando Flávio Aparecido de Castro – presidente do Rotary Club de Batatais – Cana Verde e Dr. André Domingos Pippa Tomazella – rotariano e presidente da Unimed Batatais. A Santa Casa esteve representada por sua provedora Maria Aparecida Macedo (Nilla) e pelo assessor administrativo Nicholas Ferreira. Mais projetos e ações podem ser conhecidas através das redes sociais do clube: @rotarybatatais

Postado em 15 de Setembro de 2020 por Rotary Club de Batatais

Projeto Corona Zero

ROTARY REALIZA PROJETO CORONA ZERO EM BATATAIS                 O Rotary Club de Batatais montou um projeto durante o primeiro semestre deste ano, através do Governador 2019-20 do Rotary International, Gilberto Carvalho e do coordenador do projeto GD 2016-17 Aparecido Donizeti Lopes denominado Corona Zero. Assim foi cadastrado e feito o levantamento de dados de todos os residentes e funcionários, além de necessidades de EPIs, do Lar São Vicente de Paulo, através do presidente do Rotary, João Edno Garcia, presidente do Lar São Vicente de Paulo, Antônio Donizeti Piza e da Secretária Municipal de Saúde, Luciana Nazar Arantes. Este projeto visa testar mais de mil instituições em todo o Brasil numa iniciativa do Rotary, realizado em instituições de longa permanência de idosos (ILPI) o teste PCR Covid-19.                 O objetivo da campanha é identificar a presença do vírus, prestar tratamento precoce para a doença e garantir o isolamento dos pacientes: residentes ou funcionários, para que o asilo não seja afetado. Este projeto foi realizado na manhã do último dia 10, e contou com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde, que destacou a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Érica Garbelini, que juntamente com a enfermeira do Lar São Vicente, Lilian Laurato Campeis e a enfermeira voluntária Letícia Rezende, e equipe de funcionários do Lar, realizaram toda a testagem. Em seguida todo o material devidamente acondicionado foi enviado para o Laboratório Dasa, em Alphaville, Barueri – SP. O resultado está previsto para até 5 dias, sendo encaminhado diretamente ao responsável pelo Lar. Ao todo foram realizados 68 testes. O papel do Rotary neste projeto é  realizar , através dessa malha de associados pelo Brasil,  campanha de proteção e prevenção do Covid-19 nos ILPIs, constituindo na ação, especialmente no sentido de preservar para que não ocorram casos em massa nestas instituições. Conheçam mais sobre este e outros trabalhos e ações, através das redes sociais; Rotary Club de Batatais.  

Postado em 10 de Agosto de 2020 por Rotary Club de Batatais

Rotary promove agroflorestas sustentáveis em Alagoas

Aos 41 anos, Maria José Cavalcante faz parte do assentamento de agricultores Flor do Bosque, na cidade de Messias, Zona da Mata de Alagoas. Para quem conquistou um pedaço de terra para cultivar graças ao movimento da reforma agrária, Maria vê uma nova mudança em sua vida graças a um projeto do Rotary. O projeto “Plantando Agroflorestas”, do Rotary club Maceió-Farol, une o plantio de alimentos com árvores nativas da região, permitindo maior produtividade, com sustentabilidade do solo, e mais ganhos para os agricultores, que vivem da renda dos excedentes das colheitas, vendidos em feiras locais. “Acredito que a produção tem de ser feita respeitando a natureza. O projeto nos dá orientação para termos mais alimento no mesmo espaço [usado antes], e de termos uma renda a mais, pois quando temos excedente de alimentos, nós vendemos, ele vai para fora [do assentamento]”, destaca Maria. O projeto de agroflorestas chegou à vida de Maria por meio de membros do Rotary que também são professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). José Roberto Santos, engenheiro agrônomo e especialista em agroflorestas, viu que a forma de plantio dos agricultores da Zona da Mata alagoana poderia ser melhorada, beneficiando as pessoas e o meio ambiente. Aliando o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, com raízes profundas que ajudam a manter a terra úmida, à plantação de alimentos, o projeto aumenta a produtividade da colheita e recupera o solo degradado. “O resultado é imediato e contínuo. Do segundo mês em diante, após a implantação da agrofloresta, eles já iniciam a colheita e replantio das hortaliças. Depois, eles irão colher lavouras como feijão, milho, abóbora, macaxeira, etc.”, explica José Roberto. Os membros do Rotary estão envolvidos no desenvolvimento do projeto, compra de equipamentos e treinamento técnico dos agricultores. “A primeira etapa é a construção de viveiros para a geração das mudas. Estamos investindo nos viveiros e, depois, investiremos nos equipamentos para as plantações”, conta Flavio Lima, engenheiro civil e professor da UFAL. “O objetivo do projeto é agregar valor à produção. Nessa região, a grande maioria usa queimada e agrotóxico [nas plantações]”, diz. Os investimentos no projeto foram de US$ 33.500, tendo recebido aportes do clube Maceió-Farol, do clube argentino Caleta Olívia, que entrou como parceiro internacional, e da Fundação Rotária. O projeto começou em janeiro e terá duração de um ano. Além do assentamento Flor do Bosque, em Messias, outros três também estão sendo beneficiados: Dom Helder (Murici), Zumbi dos Palmares (Branquinha) e Duas Barras (São Luís do Quitunde). Todos os assentamentos ficam na Zona da Mata alagoana, a cerca de 60 quilômetros da capital, Maceió. Nesta primeira etapa do projeto, cada acampamento constrói um viveiro para suas mudas de árvores. No total, serão plantadas 600 árvores nativas por hectare e cada acampamento terá 15 hectares de agrofloresta. “O sistema é pensado para a utilização de recursos locais e do próprio assentamento, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Espera-se, com esse projeto, aumentar a renda e a qualidade de vida de 60 famílias de agricultores pela produção de alimentos e outros produtos florestais de forma contínua e de qualidade superior”, aponta José Roberto. Para Maria e os outros agricultores beneficiados, além do treinamento técnico e da perspectiva de ganhos maiores, fica um importante aprendizado. “Aprendemos a conviver com a natureza. Aprendemos a respeitar e observar a natureza, a usar uma área que antes não era usada e a proteger as nascentes de água”, conclui.

Postado em 27 de Julho de 2020

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